sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Dobermann - um pouco sobre ele


Falar sobre ser o dono de um Doberman é um pouco parecido com tentar explicar uma relação de família, um Doberman necessita e toma um grande espaço na sua vida. Um Doberman pode treinar você, ou é treinado por você; para muitos de nós, é um pouco de cada. Você não pode mandar um Doberman embora, esquecer dele. Um Doberman não é desse jeito; ele quer estar com você, ajudar você, atormentar você, amar você e proteger você. E ele vai fazer o que puder para ter o que deseja.
Um Doberman é um animal afetuoso; mas esta afeição é nobre. Você não pode agradar um Doberman com tapinhas na cabeça - ele não gosta de “levar apenas uns tapinhas”, a maneira como muitas outras raças se contentam. Ele quer ser ligado a você, ter sua mão na cabeça dele, descansar a cabeça na sua perna, ou sentar nos seus pés de costas para você. Ele não irá lhe deixar por um estranho que oferece coçar a orelha dele. Coçar a orelha pode ser bom, mas não tão bom quanto descansar ao seu lado. Raramente se encontra um Doberman “lambedor”. Um pequeno beijo, um toque da língua, um toque do nariz dele na sua orelha, esse é o jeito dele, uma saudação especial. Lamber (a menos que você tenha um machucado que precise sarar) poderá ser muito sem dignidade para a maioria dos Dobermans. Também, com seus olhos negros, rabo curto, e corpo gracioso, ele pode te dizer mais claramente o quão especial você é do que poderia dizer todas lambidas e afagos do mundo.
O Doberman é um cão enérgico com muita força, velocidade, e agilidade. Ele pode correr com um cavalo, tramar rápido o bastante para pegar um coelho, farejar mais rápido que um Bloodhound, fazer leões de montanha refugiarem-se, e pular em você no sofá a toda hora se você deixar!”
“O Doberman é um cão sensitivo, vivamente alerta a seus sentimentos e desejos. Depois dele ter passado alguns anos com você, você irá perceber que não precisa falar quando desejar algo. Ele vai saber e responder. Você se torna parte dele, e ele se torna uma parte de você; e a única parte trágica de ter um Doberman é aquela parte de você que é enterrada junto com ele quando ele morre.”
(Partes de um capítulo escrito por Frank Grover, retirado do livro “The New Doberman Pinscher”)



O criador da raça, Friedrich Louis Dobermann, fora um coletor de impostos, e em período não integral cão pegador, legalmente habilitado a apanhar todos os cães perdidos. Ele criou com animais do seu plantel, escolhendo aqueles que possuíam as Características do "cão ideal" que procurava. Ele precisava de um cão que o acompanhasse em seu trabalho, percorrendo lugares infestados por bandidos, um cão que não temesse nada e fosse capaz de arriscar a própria vida se necessário. Os assim chamados "cães carniceiros", que ainda eram considerados de raça relativamente pura naquela época, representaram o mais importante papel na Origem da raça Doberman. Estes cães foram um tipo primitivo do Rottweiler, mesclados com um tipo de pastor que existiu em "Thüringen" preto com marcação castanho. Herr Dobermann criou com esta mestiçagem de cães, no século 18. Deste modo, ele obteve "sua criação": uma raça, não apenas alerta, mas altamente protetora, trabalhadora e apegada à sua "família". Eles eram freqüentemente utilizados como guardiães, cães de polícia, e foram muito utilizados inclusive durante a guerra.





O que mais chama atenção na maioria dos admiradores do Doberman é sua beleza, elegância e nobreza que não se encontram em tanto equilíbrio em outra raça.

O Doberman é muito inteligente, afetuoso, obediente. É um cão enérgico com muita força, velocidade, e agilidade. É uma raça dominante, quando convive com outros animais geralmente se torna o "chefe" deles. Adoram a companhia de pessoas, além de conviverem muito bem com outros animais.



Se apega muito aos seus donos, os quais protege com a própria vida. Obedece facilmente quem gosta e respeita. Se acostumado desde filhote, se torna amigo leal e inseparável das crianças. Tem grande necessidade de atenção, é ciumento, gosta de estar sempre ao lado do dono e faz qualquer coisa para ele.



A raça se adapta muito bem no que se refere a espaço, podem viver em casas não muito grandes (às vezes até um apartamento, desde que pratique exercícios diários, como uma caminhada, por exemplo), assim como em grandes fazendas. Qualquer que seja o local onde vive, estará sempre correndo pelo terreno para se certificar de que está tudo ok em seu território. Se acostuma à rotina da família, é capaz de passar horas deitado e vendo tv ao lado do dono, assim como pode passar o dia todo correndo ou praticando esportes.



A guarda é um instinto natural da raça. Por ser um cão muito atento e obediente, é facilmente treinável. Dobermans aprendem rapidamente e podem ser treinados desde filhotinhos. É uma raça que se adapta muito bem a todo tipo de esportes e treinos praticados com cães pela sua agilidade, força, resistência e inteligência.



Na guarda, a raça também se destaca pela habilidade de saltar em todas as direções e desviar de chutes, tiros e facadas. Isso reduz a vulnerabilidade durante um confronto. Com um salto rápido e certeiro, pode impedir que um bandido use uma arma. Suas qualidades físicas permitem ainda percorrer um terreno por um bom tempo sem se cansar. Essa capacidade é importantíssima para defender sítios ou terrenos industriais. Um bom Doberman também consegue correr em alta velocidade, o que facilita perseguições a invasores.



Quanto à higiene, são cães limpos e não precisam de banhos com freqüência, além de ser uma raça de fácil manejo devido sua pelagem curta e pele bem ajustada ao corpo. Possui certa tendência a ter calos nos cotovelos e jarretes por ser uma raça de grande porte, o que pode ser evitado com uma "cama" macia. As cores reconhecidas oficialmente são o preto e o marrom, sempre com marcações ferrugem.



Na hora da escolha, tente conhecer ou saber mais sobre o temperamento dos pais. Pais equilibrados são indispensáveis para se obter um filhote de bom temperamento. O mesmo acontece com relação a saúde. A raça tem algumas doenças mais comuns, mas estas vêm de específicas linhagens, por isso é importante conhecer a procedência do filhote, tanto quanto ao temperamento como quanto à saúde de seus antecedentes.

Jade aos 7 meses


A cada aniversário, ela apronta alguma e eu registro no facebook, mas desta vez estou muito orgulhosa  da minha filhinha. Desta vez ela não faz uma arte para inaugurar o álbum de fotografias do face, mas se portou como uma mocinha.  Sempre dou alimento o Chokito, o cão velhinho em um lugar separado e fecho a porta para que ele coma tranqüilo. Dei comida a ele e me esqueci de fechar a porta, a Jade jantou e foi até ele. percebi que deixei a porta aberta, pensei... pronto, lá se foi a comida do kito, a gulosa já vai comer. Quando chego ao quarto eis minha surpresa, pego a Jade deitadinha, com a cabeça em cima das patinhas e olhando.  Cheguei e fiquei observando, ela levantou e ficou olhando, falei, não.. espera, ela fez pose, e coruja como sou fotografei, rsrs. Que linda minha menina, está aprendendo a não roubar comida do irmão mais velho, a respeitar a comida alheia, que linda ! O Chokito é um gentleman e a Jade está virando um lady. Só falta parar de apoquentar os irmãos pulando sem parar. Kkk . Também né?! Os dois ficam é comigo. Já a Meg com o prato cheio, deixou o próprio prato e foi roubar a comida do Lion... affff.


Estou feliz com a Jade. Ela se da bem com todos. Aceita as pessoas que entram em casa comigo numa boa, algumas ela ate brinca ou chama para brincar, com outras ela é mais reservada.
Um dia desses uma pessoa entrou aqui com minha mãe. Elas estavam na coiznha, mexendo na geladeira. Por moticos que não vou relatar, não me sinto bem perto dessa pessoa, e o motivo que a trazia aqui me perturba mais ainda. Eu estava com a Jade no quarto de piano e a soltei, ela foi até lá, latiu e rosnou, fui até lá e a tirei de perto. Não sei se era porque alguém que não é de casa estava mexendo na geladeira ou se ela sentiu de certa forma o que sinto com relação a esta pessoa e reagiu a minhas emoções rosnando e latindo para a pessoa, acho que é mais a segunda opção. Alunos mexem nas coisas, no piano, e ela não é assim ela deita e dorme ou brinca sem parar. Porém, me ama tanto, é tão apegada a mim que creio que me defenderia se necessário fosse. Se eu por acaso tossir, gritar ela vem ver o que é, vem ver na maneira de dizer, pois ela nunca desgruda. Ela vem acudir, se o Chokito tosse ela vai ajudar, mal sabendo que na verdade está é atrapalhando, kkkkk.

Fomos conhecer um local, um prédio só com coisas para animais, ela andou de elevador pela primeira vez, subiu escadas e abriu uma porta onde estavam os cães do Day Care. Ela queria ir até eles para brincar.





 Na rua já fazemos passeios grandes, andamos bastante. É muito interessante. Alguns param o carro e querem saber se é dobermann, onde consegui, falam que há tempos não vêem um. Perguntam como é a raça. Outros me olham como  se eu estivesse andando com um dinossauro, com um monstro. A maioria acha legal. Outros mudam de passeio, puxam o acompanhante pelo braço para não passar perto.
Ela já sabe o senta, deita, espera, vem, fica, coloco comida na frente, mando esperar e ela só come quando mando. Tem tanta coisa que gostaria de ensinar, mas o tempo.... e o pensar em como ensinar.  O planejar... ela ama obedecer, ama realizar os comandos, as vezes me chama para isso, ah e gosta muito também quando eu escondo ração ou petiscos pela casa e a mando farejar.. ama. Só que tenho a impressão que ela se esquece que tem olhos e só usa o focinho. As vezes ela esta com os 2 olhos grudados na ração, mas só pega depois que encontrou farejando. É muito engraçado ou estranho. Rsrs



Aos 7 meses está com 31,2 kg. Um dia desses eu não vi, mas brincando ela se machucou, deu mal jeito. Quando fui passear com ela a percebi mancando, quase fiquei  louca, morri de pena, a levei na vet, ela tomou  um antiinflamatório e ficou bem, graças a Deus.  Na noite do 5º. ou 6º. dia do remédio, quando estava lá fora com ela, ela começou a correr de uma forma que pensei: ou ela sarou mesmo e está ótima ou vai arriar de vez, mas estava era ótima mesmo. Difícil foi mantê-la sem passear nesses dias. Nossa...
O dobermann é um cão que gosta de trabalhar, gosta de comandos, ama estar grudado no dono, odeia ficar sozinho, é inteligente e meigo, bem ativo mas sabe ficar tranqüilo também.  É um cão que nos faz de certa forma se superar.  Não é um cão para ficar só e preso em um quintal, não é um cão para ficar em um quarto dormindo, é um cão que faz o dono ir em frente, tentar fazer com ele o que ele gosta, ele pede atenção, exige de certa forma, insiste até conseguir. Vem com o seu olhar meigo e vc sabe o que ele quer e o amando vc faz pois quer o melhor para ele.  Parece que a vida dele é o seu dono e fazer coisas com ele e para ele.




 Aqui, tomando conta do irmão.

 



6 meses - A caixa de leite


Logo ao fazer 6 meses estava eu dando aula em um sábado e ela bem quietinha, eu estava tão feliz com isso. Uma aula.. outra aula... e ela linda, tranqüila. Aí percebi que ela sumiu... pensei que tivesse ido lá fora. Aí olhei para o chão e vi pedaços de papelão. Uai, papelão? De onde veio isso? Aqui não tem papelão. Fui atrás dos  rastros. Não é que cheguei ao último quarto onde fica a caixa de leite e vi que o papelão era da caixa de leite? E vi também que havia uma litro de leite rasgado e pela metade? Ela deve ter adorado, deve ter pensado que achou a mina!!!! hahahahaha.


Começamos a fazer passeios maiores. Bom demais !


                                                      Ela sempre pertinho, cuti, cuti.



.
 
Aqui ela aprendeu a não comer, isto é, só comer quando eu mandar.





                                                        Cão estranho na área, checando.



                                          Bola nova e o Lion querendo brincar também.


 Ela e o irmão velhinho comendo ossinho, lado a lado.


5 meses - Roubando ração do irmão


Logo que fez 5 meses ela fez uma arte... rsrs. Estava em cima da mesa um tigela com ração, sobra do Chokito. Ela sentiu o cheiro, como já estava crescidinha, deu um pulinho, ficou meio que de pé e croc, croc, croc, comeu a ração.  Não sei se um, dois ou mais dias depois eu fiz uma armadilha para ela, sobrou ração de novo do Kito e pum.... ela caiu ... feito um patinho. Aí fotografei e tive minha chance de falar: NÃO !!!! para ensinar a não roubar comida, ainda mais em cima da mesa. Ela fez de novo. Outro não. Não sei se aprendeu, vou testar qualquer dia desses, mas não aconteceu mais. 

Jade e Meg continuam brincando demais!